Outubro Rosa também alerta para câncer de mama em pets

Outubro Rosa também alerta para câncer de mama em pets

0 213
Outubro Rosa também alerta para o câncer de mama em animais de estimação

Veterinária da rede Petz orienta sobre prevenção, reconhecer sintomas e diagnóstico precoce, que aumenta o sucesso no tratamento.

A campanha Outubro Rosa é importante para alertar sobre a prevenção do câncer de mama nas mulheres. Mas no mundo pet não é diferente. Com o aumento da expectativa de vida, a incidência da doença vem crescendo cada vez mais. “Assim como acontece com os humanos, é importante que o diagnóstico seja precoce, pois o tratamento se inicia imediatamente e as chances de sucesso aumentam”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da rede Petz.

Principais Sintomas

Os proprietários de pets devem se atentar para os sintomas como: Caroço na região das mamas, inchaço, dor, secreção, odor desagradável, feridas, falta de apetite, vômito e apatia. Qualquer indicio, um veterinário deve ser acionado o mais rápido possível.

Prevenção

Uma das causas da doença é a suscetibilidade das fêmeas às alterações hormonais. O Conselho Federal de Medicina Veterinária estima incidência de 45% de câncer de mama em cadelas e de 30% em gatas. Os machos podem ser afetados, mas em escala muito menor. “Embora a castração não acabe completamente com os riscos de que o problema se desenvolva, o procedimento é a melhor forma de prevenção, já que diminui consideravelmente as chances desta e de muitas outras complicações ao longo da vida dos pets”, explica a Dra. Karina.

Outra medida importante de prevenção é a visita semestral ao veterinário. “O check-up pode ajudar no diagnóstico precoce da doença, o que possibilita o melhor resultado do tratamento, maior chance de cura e recuperação”, orienta a veterinária. Ao notar qualquer caroçinho ou nódulo, é fundamental encaminhar o pet ao veterinário.

Tratamento

Para confirmar o diagnóstico, o veterinário poderá pedir um exame citológico do tumor (punção com agulha fina) ou histopatológico (biópsia). “Dependendo do tipo do câncer, o tratamento pode ser realizado com cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou eletroquimioterapia. Mas a cirurgia e a quimioterapia são os meios de tratamento mais utilizados”, informa a Dra. Karina. Apesar de a quimioterapia ter efeitos colaterais nos animais (como náusea, apatia e perda de peso, entre outros), o sofrimento deles é menor que o dos seres humanos que passam por esse tipo de tratamento.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

Nenhum Comentário