Sempre em um momento de desespero, ou quando algo sai completamente do controle da empresa o primeiro profissional a ser chamado é o tão “temido” advogado. A ideia inicial de chamarmos tal profissional sempre nos remete a momentos de desespero, aflição ou medo. E isto infelizmente muitas vezes é verdade, mas geralmente, por culpa do próprio administrador da empresa.
Se analisarmos a ideia de que toda empresa precisa de proteção na área da tecnologia da informação, segurança privada dos bens corpóreos, câmeras de vigilância, entre outras, por que não teriam proteção jurídica preventiva efetiva? Ora, se ao computadores, máquinas e acessórios são importantes as proteções, o que dizer do nome da empresa, sua respeitabilidade social, sua consciência social, e o pior, seu aspecto financeiro.
Ora, muitas empresas entendem a assessoria jurídica preventiva como gastos para empresa, quando, na verdade, o que a assessoria preventiva faz nada mais é do que encaminhar as empresas para decisões, acordos e defesas que melhores reflitam no seu bolso, visando nenhum prejuízo ou, ainda que este não seja possível evitar, um prejuízo mínimo.
Existem muitas empresas que apenas requisitam assessoria jurídica quando o momento é crítico, ou seja, quando muito dinheiro já fora gasto de forma indevida, muita dor de cabeça já fora dada aos empresários e com medidas jurídicas limitadas, acreditando-se que farão economia com os valores honorários advocatícios necessários apenas após a efetividade do problema.
Muitos escritórios de advocacias fecham um valor fixo mensal com seu cliente, geralmente que caiba nas despesas fixas das empresas, e cobram apenas despesas e honorários de sucumbências dos processos que lhes são devidos.
Assim, a empresa que mantém um controle jurídico preventivo em todas as áreas faz economia […].
Está evidenciado que a atuação de uma assessoria jurídica preventiva, além da atuação contenciosa, pode ser entendida como uma economia de valores no final das contas e com resultados positivos […].
A frase: “o barato sai caro” nunca caiu tão bem quando neste caso; quantas empresas faliram porque não tiveram um apoio jurídico descente que as levasse a tomar as atitudes corretas perante a lei? Ou ainda, quantas empresas pagam contas indevidas por não saberem o que não precisam pagar?
Uma empresa bem preparada começa com uma assessoria jurídica de peso que faça esta crescer, conforme os termos da lei, economizando dinheiro e ajudando a sociedade como um todo.
* Felipe D. Martarelli Fernandes e Nildete Moreira de Sousa, dirigem o escritório NF Advogados.
E-mail: felipemartarelli@adv.oabsp.org.br











