Volta às aulas e a compra dos materiais escolares

Pais pesquisam com o objetivo de encontrar os melhores preços.

O fim das férias escolares está chegando e muitos pais e alunos ainda estão percorrendo papelarias em busca de materiais com o objetivo encontrar os melhores preços.

Para a enfermeira, Alana Soares Lima Perestrelo, mãe de três filhos, comprar material escolar demanda uma pesquisa de preço, dinheiro no bolso e negociações. “Já pesquisei em três papelarias grandes e ainda não comprei. Como tenho dois filhos que ainda estudam, a estratégia desse ano será comprar separado conforme preço e quantidade grande fechada para o ano todo.”, conta Alana. “O reajuste no valor dos materiais escolares está variando de um estabelecimento para o outro.”, enfatiza.

A enfermeira ressalta ainda que gosta de levá-los às compras para escolherem o que querem, dentro do que é autorizado pelos pais, até mesmo para que dêem mais valor as suas coisas.

Juliana Reis, mãe do Pedro, 12 anos, conta que além de pesquisar preços, também acha importante levar o filho às compras para que ele participe da negociação, como forma de pagamento mais vantajosa e descontos. “Além do processo financeiro, acredito que a compra dos materiais escolares motiva o meu filho a estudar mais, dando ânimo para a volta às aulas”, diz. “Costumo dizer ao Pedro que o material é o companheiro dele durante o ano, por isso é importante que zele sempre por ele”, conta Juliana.

Segundo Paula Geres, analista de endomarketing da Lepok, o movimento de listas escolares na papelaria começou desde a segunda quinzena de dezembro, já que muitos pais aproveitaram o menor movimento para pesquisar preços e não deixar para última hora. “Mas é cultural do brasileiro deixar para depois, por isso estamos preparados em oferecer atendimento e produtos para o pico de movimento a partir da segunda quinzena de janeiro”, reforça.

Quando perguntada sobre o aumento nos preços dos materiais, Paula destaca que houve um reajuste de fornecedores seguindo da inflação. “Os preços que sofreram maior reajuste são aqueles de matérias prima importada e para lidar com isso, aproveitamos negociações e parcerias de nossos fornecedores para oferecermos produtos alternativos. Assim, evitamos grandes impactos aos nossos clientes”, reforça a analista de endomarketing.

Por conta das festas de fim de ano e das viagens em família, os comerciantes da região acreditam que os últimos 15 dias de janeiro ainda deixarão os comércios das papearias lotados.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

Qual o principal problema no Estado de São Paulo, atualmente?

Ver resultados

Carregando ... Carregando ...

Siga-nos

Veja também: