São Mateus é o primeiro bairro a receber novo modelo de lixeiras

Mais modernas, elas já podem ser encontradas pelos munícipes na região de São Mateus e nas avenidas 23 de Maio e Santo Amaro.

Todos os anos, órgãos públicos municipais investem milhões de reais na conservação, manutenção e limpeza de lixeiras da cidade. Além disso, todo resíduo coletado deve ser transportado, armazenado e classificado de forma adequada. Desde o início de fevereiro, a Prefeitura de São Paulo está realizando a implantação de um novo modelo de lixeiras que foram doados à capital, sem custo ou alteração contratual.

A Praça Felisberto Fernandes da Silva, em São Mateus, foi um dos primeiros locais a receber os novos modelos. Hoje, a região já conta com 32 exemplares. Outras seis já foram colocadas na Avenida Santo Amaro, na Zona Sul, e 19 na Avenida 23 de Maio durante o programa de zeladoria SP Cidade Linda.

As novas lixeiras podem ser monitoradas por sistemas de georreferenciamento, pois possuem um chip acoplado que permite, por meio de um aplicativo de celular desenvolvido pela Soma (uma das empresas responsáveis pelo recolhimento dos resíduos da cidade), acompanhar informações em tempo real sobre o estado de limpeza, manutenção, necessidade de substituição e vandalismo. Esses registros são armazenados no sistema da empresa e podem ser acessados a qualquer momento.

O material da lixeira também mudou. Agora elas são feitas de ferro com tratamento anticorrosivo. Além disso, cada lixeira tem capacidade de receber até 100 litros de resíduos e pesa aproximadamente 25 quilos. Elas são fixadas com parafusos e cimento, o que poderá evitar que sejam removidas. Segundo dados da Soma, em média, 2,6 mil lixeiras são quebradas por mês na área que a empresa atua.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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